Revolução científica?

reflexões para uma teoria crítica da ciência dos dados

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22477/ii.widat.152

Palavras-chave:

e-science, big data, epistemologia

Resumo

O trabalho apresenta uma investigação teórico-conceitual que analisa, à luz da noção de paradigma científico na filosofia da ciência, especialmente os estudos epistemológicos pós-popperianos de Thomas Kuhn (1994) e Inre Lakatos (1979), as características do chamado quarto paradigma da ciência (e-Science). O paradigma da e-Science é apresentado por Gray e outros (2009) como um novo padrão intelectual de produção de conhecimento científico baseado no trabalho intensivo com dados tem conseguido consolidar uma ampla comunidade de prática de pesquisa ao redor do mundo. O trabalho evidencia o excesso de pesquisas de estudo de caso, em contraposição a escassos trabalhos teórico-conceituais que explicitem e discutam os fundamentos teóricos e epistemológicos da e-Science.

Artigo apresentado no II Workshop de Informação, Dados e Tecnologia, realizado nos dias 27 a 29 de novembro de 2018, na cidade de João Pessoa (PB), nas dependências da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Disponível originalmente em: https://dadosabertos.info/enhanced_publications/idt/. Acesso em: 25 set. 2023.

Detentor do Copyright
VI Workshop de Informação, Dados e Tecnologia - WIDaT 2023

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Biografia do Autor

Max Melquiades da Silva, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Pesquisador em Ciência e Tecnologia da Fundação João Pinheiro, onde também é professor efetivo na Escola de Governo, nos curso graduação, pós-graduação e capacitação. Doutorando em ciência da informação pela UFMG. Mestre em Administração Pública - Gestão da Informação (FJP). Pós-graduado em Gestão Pública (UFMG), Bacharel em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e Sistemas de Informação pela Universidade Fumec (em curso). Atuou como administrador de redes na Cia. de Tecnologia da Informação de Minas Gerais - Prodemge - e em organizações do Terceiro Setor do Brasil, Espanha e Alemanha. Atua em projetos de pesquisa focados na análise e proposição de ações para modernização da gestão pública, ciência da informação e educação a distância no setor público.

Simone Cristina Dufloth, Fundação João Pinheiro

Doutora em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2002). Mestre em Ciências e Técnicas Nucleares pela Universidade Federal de Minas Gerais (1994). Bacharel em Administração de Empresas pelo Centro Universitário UNA (1988) e em Engenharia Elétrica - Sistemas Eletrônicos pela PUC/MG (1989). Pesquisadora e professora da Escola de Governo Professor Paulo Neves de Carvalho da Fundação João Pinheiro, exercendo docência nos cursos de graduação, especialização e mestrado. Professora titular do Centro Universitário UNA nas disciplinas de Teorias da Administração e de Gestão de Processos. Possui experiência em docência e pesquisa nas áreas de administração; gestão da informação e do conhecimento em organizações públicas, privadas e do terceiro setor; administração geral e estratégica; teorias da administração; gestão de processos; organização, sistemas e métodos; administração pública; governo eletrônico; sistemas de informação; informação e processo decisório; informação gerencial e tecnológica; tecnologia da informação e comunicação; sistema eleitoral brasileiro e voto eletrônico.

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Publicado

27/11/2018

Como Citar

SILVA, M. M. da; DUFLOTH, S. C. Revolução científica? reflexões para uma teoria crítica da ciência dos dados. Anais do Workshop de Informação, Dados e Tecnologia - WIDaT, [S. l.], v. 2, p. 4–11, 2018. DOI: 10.22477/ii.widat.152. Disponível em: https://widat.ibict.br/index.php/widat2023/article/view/152. Acesso em: 27 maio. 2026.