Promovendo a justiça epistêmica
uma análise dos princípios CARE na gestão de dados de pesquisa em relação aos povos indígenas
DOI:
https://doi.org/10.22477/vi.widat.73Palavras-chave:
dados de pesquisa, princípios CARE, justiça epistêmica, povos indígenasResumo
Introdução: Historicamente, os povos indígenas tiveram seu conhecimento subjugado e desvalorizado devido à invasão e imposição dos saberes europeus em suas terras. Dessa forma, este estudo tem como objetivo analisar se os princípios CARE podem contribuir para promover a justiça epistêmica aos povos indígenas, fortalecendo sua autonomia em relação aos seus próprios dados. Para isto, discutiremos a respeito dos princípios CARE e da Injustiça Epistêmica sofrida pelos povos indígenas. Metodologia: Abordagem qualitativa, baseada em discussões teóricas e análise documental, com foco no princípio da Ética. Resultados e conclusão: Com base na discussão proposta, compreendemos que os Princípios CARE, embora tenham poucos exemplos práticos, visam emancipar e devolver aos povos indígenas sua autonomia epistêmica. Eles reforçam a importância dos saberes ancestrais e destacam a necessidade dos povos indígenas terem controle sobre seus dados e conhecimentos quando utilizados pela ciência. Isso representa um passo significativo para a promoção da justiça epistêmica e o reconhecimento dos saberes indígenas como parte integrante do conhecimento científico.
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